LUXGRAPHOS – Paraty em Foco 2011

>>> CÂMERA AMBULANTE+LUXGRAPHOS+CABEÇAS AO CUBO

Local: Itinerante / Tenda da Matriz

Período de realização: 22 à 25 de setembro de 2011.

dias: Quinta e Sábado das 14h00 às 17h00; Sexta das 10h00 às 13h00

Proponente: Rogério Nagaoka

Ação Participativa

Esta obra oferece um contato com a essência do processo ótico, através das propostas com câmeras obscuras “Ambulante”, “Luxgraphos” e “Cabeças ao Cubo”. Juntas, elas envolvem elementos básicos da fotografia, estimula a visão, o imaginário, a memória e o contato com princípios primitivos da fotografia.

O trabalho pretende estender a imagem fotográfica de modo efêmero e cinético, ao mesmo tempo em que se expande para um objeto foto-espacio-gráfico. O CÂMERA AMBULANTE, LUXGRAPHOS e CABEÇAS ao CUBO, proposto pelo artista, objetiva realizar uma deambulação fotográfica no local instalado, através de um mergulho nas múltiplas perspectivas, afim de gerar um encontro que aproxime as referencias exteriores para reverberar no interior das pessoas, uma imersão fotográfica.
Abaixo segue o resultado dessa experiência: fotografias de Germania Heibe e Rogério Nagaoka

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Mostra Coletivos no CINUSP

ZONA DE POESIA ÁRIDA

Mostra de filmes realizados por Coletivos de Arte no Cinema da USP de 12 a 16 de Setembro, entrada franca
Rua do Anfiteatro, 181 Colméia -Favo 04
As ações artísticas coletivas são um movimento cultural contemporâneo que amplia as fronteiras da arte / estética / política e potencializa sua função social ao se conectar e dialogar com outras esferas do conhecimento, outros públicos, diferentes espaços de atuação, novas práticas artísticas e novas formas de organização.
Na mostra filmes dos coletivos “ARNSTV, Bijari, Catadores de História, Cia Cachorra, C.O.B.A.I.A, Contra Filé, Coringa, Elefante, Empreza, EPA, Esqueleto Coletivo, Frente 3 de Fevereiro, Menossões, Nova Pasta, TRancaRUa, EIA, Ocupeacidade”
Todas as noites, após a sessão, membros dos coletivos conversam sobre o fenômeno “Coletivos de Arte”; Na última noite de programação, os coletivos e teóricos envolvidos no processo são convidados a participar de um momento final de reflexão e prospecção de futuro.
Túlio Tavares, organizador da mostra.
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Sopros, Nair Kremer.

O projeto abarca uma instalação suspensa no ar. A proposta visa aproximar o público a partir de experiências lúdicas, líricas e sensoriais. A experimentação atuará como estímulo capaz de suscitar no espectador interrogações.

Neste trabalho o público torna-se co-autor à medida que exerce sua liberdade para manipular, deslocar e recombinar os elementos, alterando as possíveis leituras, e envolvendo-se na confecção de uma trama… Uma “rede”. Trata-se, portanto, de um grande jogo sobre a memória e  sobre os sentidos das lembranças.

Como marco inicial da interação neste trabalho, haverá no dia 18 de setembro, às 11h, a performance:

“Otros Aires” I  – Caminhos até muitos lugares, com mandalas entre sopros e silêncios da comunicação não meramente verbal. Tecidos serão criados ao encontro de olhares que mudam histórias.

Coordenação da performance: Geórgia Gugliotta

Participe desta trama!

Use os materiais disponíveis…